Deus e eu num país europeu (parte 3)

No final da tarde de
sábado, depois de participarmos dos serviços religiosos na igreja de Halmstad, Suécia, relativamente distante de onde estávamos, nossos irmãos nos levaram à costa do
mar para admirarmos um pouquinho a paisagem antes de termos que partir. Já era
por volta das seis e meia e tínhamos uma viagem de uma hora e meia até chegar em
casa.
O solo era muito,
muito pedregoso. Havia, inclusive, uma pedra grande, onde podíamos sentar. O
sol brilhava reluzente, enquanto seus raios refletiam na água salgada e
saltavam aos nossos olhos. Que lindo! Só pude, então, lembrar do que li:
“Aquele cujo coração
correspondeu ao divino toque, andará em busca daquilo que lhe aumentará o
conhecimento de Deus, e há de apurar e enobrecer o caráter. Como a flor se
volve para o Sol, a fim de que os brilhantes raios lhe imprimam seu matiz em
belos coloridos, assim se voltará a alma para o Sol da Justiça, para que a luz
celestial lhes embeleze o caráter com as graças do caráter de Cristo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 330).
Busquemos o Sol da
Justiça a cada manhã e a todo momento. Meditemos nEle, falemos dEle, ajamos
como Ele. Que os raios da Sua justiça sejam vistos em nós, Seu maravilhoso
olhar refletido em nosso rosto, a beleza da Sua santidade em nosso caráter.
“Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem
resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de
Deus, na face de Jesus Cristo” (2 Coríntios 4:6).
Viremo-nos para Ele, e Ele será derramado sobre nós.

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